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Eu Prometo!

Eu Prometo!

Eta porra! Ano novo de novo. O trigésimo quarto de minha vida. E espero que consiga ver mais uns 60 desses. Quero morrer com 90 anos de idade. Acho um número bonito. Só por isso. Mas a questão é que vésperas de ano novo sempre lhe levam a pensar como será seu ano seguinte. E as promessas de ser um cara mais porretão sempre se renovam. Em vão, é claro. O ano seguinte inicia e você já está enjoado dele no segundo dia. E as promessas que se lasquem.

E isso acontece comigo todo ano. A única diferença deste ano para os passados é que deixarei público, aqui no blog, algumas das coisas que eu realmente gostaria de fazer, ser e ter no ano de 2012. E vocês verão como não conseguirei nem 30% disso. Pode apostar. E rir de minha cara também. Vamos começar a lista das coisas que não farei em 2012 com algumas “tags”: estudos, atividades físicas, aquisições, comportamental e NãoSeiMaisOQue.

Estudos. Eu prometo que para 2012 eu finalmente conseguirei suprir minha deficiência em matemática. Não chego a ser uma anta matematical, mas eu sou lerdo demais com os números. Quase uma anta matematical. E prometo que finalmente aperfeiçoarei minhas técnicas no xadrez. Embora atualmente eu não tenha nem 1% disto. O caminho será longo. E prometo que aprenderei a jogar Texas Hold’em de verdade. Meu estágio atual é próximo do zero. Tendendo ao infinito. Se é que isso quer dizer alguma coisa. Eu já disse que eu sou ruim em matemática?

Vou aprender Ruby definitivamente. Enfim, vou ter fluência mínima em inglês e começar com o espanhol. Essa categoria até que não é difícil. Digamos que eu consiga algo muito próximo de 39.541234%.

Atividades Físicas. Eu juro que em 2012 passarei a fazer algum esporte. Todo mundo me olha como se até pra nascer eu não tivesse feito qualquer esforço. Achar o caminho útero->vagina não é uma tarefa fácil e o posicionamento intrauterino também é importante! O meu foi perfeito, nota 10. Quando digo que já joguei muita bola (no sentido quantitativo, não qualitativo), me sinto um comediante. Já andei muito de skate, joguei bastante futebol e basquete. Mas, atualmente, só o alterocopismo, modalidade cerveja gelada até 350ml.

Aquisições. Esta talvez seja a categoria mais fácil de ser cumprida. Sou consumista, eu admito. Também, só vou listar coisas que eu realmente possa comprar. Sem ilusões de ganhar na megasena. Quero comprar um carro novo, uma mesa de sinuca, uma espingarda de ar comprimido, um Galaxy SII e fecho a lista aqui. Esqueci o resto mesmo. Vou colocar 70% de acertos aqui.

Comportamental. Juro de pé junto que serei mais paciente quando me fazem esperar. Que beberei menos. Aliás, essa última é balela, vou perder fácil. Juro que minhas crises paranóicas-existenciais cessarão por completo. Juro que serei mais pro-ativo. E que não serei mais preguiçoso. Vou fazer compras no mercado com minha esposa. Nessa categoria eu aposto 0% de acerto.

NãoSeiMaisOQue. Prometo que vou ler mais livros. Principalmente dos escritores brasileiros. E que lerei semanalmente todas minhas revistas semanais. Vou molhar as plantas da casa todos os dias. Vou consertar as goteiras da casa. Vou jogar outros jogos de PS3 além de Fifa 12.

Agora é só esperar o fim de ano de 2012. Mas o resultado eu já sei qual será.

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Meus Primeiros 1000 reais!

Meus Primeiros 1000 reais!

E o EncomendaZ, na versão desktop, está próximo, mas muito próximo mesmo, de alcançar a grandiosa marca de R$ 1.000,00 em receitas oriundas da venda de licenças. Foram cerca de 80 licenças vendidas. Parece pouco, né não? Mas significa bastante pra mim. Foi o primeiro aplicativo que criei com o objetivo de vender. Não pensei em ficar milionário com ele. Mas foi a minha primeira investida e serviu de teste para eu entender um pouco sobre este difícil terreno. As lições foram muitas e gostaria de compartilhar algumas delas.

Primeiro, saibam que criei o EncomendaZ 2 em cerca de 15 dias de programação hardcore! :) Aprendi bastante sobre Swing/Java. Aprendi que ao vender um aplicativo, você assume uma grande responsabilidade perante aqueles que compram. Bugs precisam ser corrigidos imediatamente. E-mails precisam ser prontamente respondidos. A licença não pode demorar de ser enviada, senão dá bronca! E você acaba tendo que tratar com muita gente nervosinha e apressada.

A técnica do “Pague Quanto Quiser” também foi legal e descobri que as pessoas não gostam mesmo de dizer quanto vale um aplicativo. Alguns me chamaram de maluco, que isso não existe. Alguns entenderam a ideia. Outros pagaram 1 real. Tantos outros pagaram muito mais que isso. Mas acabei tendo que colocar no site um “valor médio”, informando o quanto, em média, as pessoas estavam pagando pela licença. A partir daí, a maioria passou a pagar a média. :P Interessante, né? Você deixa a escolha para as pessoas (A Escolha, Neo!), mas elas preferem não ter que decidir sobre isso. Mas isto é um tema para um post inteiro.

Fica aqui meu agradecimento a todos que ajudaram comprando a licença do EncomendaZ 2.0. E saibam que o EncomendaZ 3.0 está por vir e será muito melhor que a versão 2. O problema é que ainda não encontrei tempo e motivação suficientes para acabar de vez. Eu estou construindo a versão 3 sozinho e tem bastante coisa a ser feita. Tenham paciência comigo. Ainda não sei como vou fazer para distribuir a versão 3. Os comentários estão abertos para sugestões!

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AdMob vale a pena?

AdMob vale a pena?

Já pensou em colocar propaganda em seus aplicativos Android? Se sim, já deve saber que existe o AdMob, do Google. Basta você fazer sua conta, pegar um arquivo .jar, colocar na sua aplicação, criar uma área na aplicação para exibir as propagandas e pronto. Mas o AdMob não é exclusividade do Android. Também pode ser usado em BlackBerry e iOS. Eu resolvi fazer um teste com ele. Primeiro, eu comecei vendendo minhas duas aplicações: EncomendaZ e BrasileirãoZ. Depois, resolvi testar se valeria a pena colocar AdMob. Vamos para as conclusões deste teste.

Já me perguntaram várias vezes o que vale mais a pena, se é vender ou colocar propaganda. Espero ter dado a resposta ao final deste post. Caso você queira uma resposta direta, na cara, sem frescura e está com preguiça de ler o restante do post, então, é… depende, cara pálida. Deixe de preguiça e leia até o final, seu zé ruela. Vamos entender o contexto da coisa. Eu coloquei duas aplicações com AdMob. Uma valeria a pena ter as propagandas. A outra, não. A que valeria seria o BrasileirãoZ, mas ainda assim não tenho certeza absoluta. A que não valeria é o EncomendaZ.

Vamos entender a situação agora. O AdMob só vale a pena para aplicativos “Top Sellers” e de grande uso diário. Somente para eles. O retorno é baixo e você acaba conseguindo em um mês o dinheiro que você conseguiria em 1 ano de AdMob. Exemplo disto? Vamos lá. Eu vendi 30 licenças do EncomendaZ pela Android Market. São 30 dólares acumulados. Contudo, não consegui ainda nem 2 dólares com as propagandas oriundas dele após mais de 3 meses. Entendeu o contexto? O EncomendaZ é um aplicativo muito específico. Tem cerca de 600 downloads após quase 1 ano de publicado. E 600 pessoas usando é muito pouco. E, claro, não são 600 pessoas usando direto. O que posso saber é que 600 baixaram, mas não saber se tem uso constante. Acredito que destas 600, talvez umas 100 usem constantemente.

Já o BrasileirãoZ leva vantagem. O brasileiro adora futebol e certamente é um aplicativo de uso constante. O cara quer sempre saber como anda seu time, classificação e etc. E isto se comprovou na prática. O BrasileirãoZ corresponde a mais de 90% do total de 13 dólares que arrecadei usando o AdMob. Mas ainda é pouco. Ele tem cerca de 2200 downloads atualmente e, aparentemente, um uso constante. Contudo, ainda arrecadei mais vendendo ele do que com AdMob. Foram 17 doletas vendendo e cerca de 10 dólares vindos de propaganda.

Há algo mais que você precisa pesar: o AdMob deixa sua aplicação feia, rouba espaço da tela e é chato. É igual a você entrar em uma página cheia de AdSense e que dá vontade de fechar imediatamente. Então, se vai colocar propaganda, faça com cuidado e pense bem. Vale a pena abusar seu usuário com essa propaganda mesmo? Bom, vou deixar aqui minha dica se você coloca ou não essa maldita propaganda… se bem que dica de maluco vale nada. Mas vou dizer ela mesmo assim.

Acredito que um plano melhor seja criar uma versão free com propaganda e outra paga sem propagandas e talvez mais opções. Principalmente se sua aplicação é muito específica e tende a não ser de uso constante. E essa dica, eu mesmo tentarei seguir nas minhas próximas aplicações. Uma aplicação somente free e com propaganda vale a pena para Angry Birds e por aí vai. Acho muito melhor você mesclar os dois mundos. Você tende a ganhar dos dois lados usando esta tática. Caso o cara seja mão de vaca e use sempre a free, ganha na propaganda. Caso sua aplicação seja boa mesmo e a galera passe a comprar, melhor ainda. :)

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JavaMagazine, Vaadin e a G Magazine

JavaMagazine, Vaadin e a G Magazine

Esqueci de comentar aqui no blog uma coisa importante: mais um artigo publicado na JavaMagazine. Já é o terceiro e o quarto está por vir. Escrever é um exercício bem bacana pra mente e regularmente eu procuro fazer isso. O artigo em questão é uma introdução ao Vaadin. Conhece o Vaadin? É, você não mora nesse planeta mesmo. Eu sou sincero: eu odeio do fundo das minhas entranhas o desenvolvimento web “dirigido” a tags. Odeio mesmo, é sério. E o Vaadin foi minha escapatória.

Antes, eu programava com o GWT do Google, mas admito que precisava de muito código. Lembrava um pouco os velhos tempos de EJB 1.2. Cria interface remota aqui, classe interna acolá. Argh! O Vaadin resolveu o problema pra mim. Nada mais de objetos DTO, VO e sei lá mais o que. Mas não vou explicar muito do Vaadin aqui não, maluquete. Isso porque você pode comprar as JavaMagazines de número 95 e 96 e ver meus dois artigos lá. Quem leu curtiu. Eu não li. Mas escrevi e curti também.

Vê as imagens das capas das revistas logo acima que é pra você não chegar na banca de revistas e comprar errado. Aproveito para entregar meu amigo Mario Pereira, que certa vez pediu uma “JavaMagazine” na banca. O cara olhou ele de forma estranha, fez cara feia, entrou na banca e voltou com uma “G Magazine” pra ele. Se Mario levou pra casa a revista mesmo assim? Perguntem a ele!

PS.: Dieguito lembrou nos comentários uma coisa importante. O primeiro artigo não saiu na versão impressa da revista. Ele está apenas online. Em contato com a editora, eles me alertaram que ocorreu um erro. Era para os dois artigos saírem na versão impressa. Para corrigir este problema, eles liberaram o acesso irrestrito ao artigo na versão digital. O segundo artigo saiu de fato na versão impressa! Valeu Diego!

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Alfred is Alive!

Alfred is Alive!

Você já conhece o Alfred? Não? Que zorra é essa? É um projeto que criei já a algum tempo e que contém milhares de centenas de dezenas de milhões de utilitários e afins para você criar sua aplicação muito louca em Java. Como assim? Seguinte, sua aplicação precisa ter as dezenas sorteadas da megasena? O Alfred ajuda. Da quina? O cara também ajuda. E precisa de algumas formatações, validações e afins? O maluco aí ajuda pacas! Ou então, a lista de bancos cadastrados na Febraban? Alfred é o cara pra isso. Teste a versão 1.X do Alfred que está no Google Code no endereço http://alfredlibrary.googlecode.com/.

Agora, você em sua total sapiência me pergunta: e daí, cara? Deixe de ser miserável e entenda o seguinte: o Alfred vai mudar. Aliás, já mudou. Ou não. Mudou sim. Agora ele está no Github no endereço http://www.github.com/alfredlibrary/. E é só isso? Porra nenhuma! O projeto vai ser reestruturado totalmente e absolutamente. Estou pensando em diversas melhorias para ele, além de uma reestruturação catastrófica! Agora não será apenas um único “jar” contendo tudo. Quero separar por funcionalidades. Tipo assim: vai ter um repositório no Github para o projeto “postal-services”, no qual você terá todas as funcionalidades para serviços postais. Este projeto gera um jar separado que pode ser adicionado ao seu projeto. Captou a ideia?

E o que mais? Ah! Quero uma integração com o CDI também. Aí você poderá injetar os serviços do Alfred apenas com um @Inject. Sucesso, né não? O Github já vai ajudar substancialmente no recebimento de contribuições, não tenho dúvidas. Outro detalhe, a API será totalmente refeita, mas agora em inglês. A questão de ter apenas métodos estáticos também não será uma regra e talvez a não dependência de APIs externas também. Tudo depende, é caso a caso.

Maluco, é o seguinte: quero sua ajuda. Precisamos de sua ajuda. Ajude mesmo! Deixe de preguiça, na moral! Contribua com código. Esculhambe quando é pra esculhambar. Chame o autor do código de anta quando é pra chamar, mas não fique calado, não. Senão eu que vou lhe esculhambar. Faz um follow no projeto no Github. Faz logo seu fork, agora, sem demora, sem pestanejar e sem pensar! Aja na emoção e faça isso logo. Eu imploro!

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Preguiça, Desmotivação, Novidades…

Preguiça, Desmotivação, Novidades…

É o seguinte: depois de tanto tempo sem escrever, resolvi voltar a postar no blog, nem que seja um post ridículo. E eis aqui um post ridículo. Parei de escrever por diversos motivos, desde a mais pura e genuína preguiça até a desmotivação. Preguiça não é um problema, basta saber viver com ela em harmonia. Preguiça faz bem. O prejudicial sempre é o excesso, seja lá do que for. E eu tive preguiça em excesso. A parte da desmotivação é uma história complexa, sem graça e que não estou com vontade de contar.

Mas, vamos aos fatos. Muitas coisas aconteceram e eu gostaria de contar algumas e largar alguns comentários inocentes e escrotos ao mesmo tempo. Vou começar do mais recente, pois está fresco na memória. Fiz uma palestra no evento de comemoração dos 10 anos do Eclipse e que aconteceu na UNIRB. O comentário pertinente é que eu realmente não tinha a mínima ideia do que falar por lá. E inventei um tema. Não saiu como eu gostaria, mas tudo bem. A parte ruim é que o auditório estava vazio. Gatos pingados apenas. Mas nada que me surpreenda, pois Salvador é isso aí mesmo. Basta ver como eventos do porte do LinguÁgil e Maré de Agilidade recebem pouquíssimas pessoas. Se liga no vídeo aí embaixo.

Segundo fato de relevância para ser comentado é que… esqueci. Então, vamos ao terceiro fato de relevância a ser comentado. Como meu último post foi em Junho, saibam que eu fiz 34 anos em 17 de agosto. O quarto fato de relevância a ser comentado é que eu fui para o FISL12 e fiz lá uma apresentação sobre o Demoiselle 2. O que eu posso comentar é que o evento é do caralho, Porto Alegre é fria pra porra e eu já xinguei o suficiente para este post. Veja aí os vídeos da palestra e se emocione.



Quinto fato a ser comentado é que fiz também uma apresentação no LinguÁgil 2011. Muito louca, aliás. Foram 4 pessoas, cada uma defendendo “sua” linguagem ou ambiente de programação preferido. Como não poderia deixar de ser, eu protegi o Android. Mas, era tudo armação, a alma do LinguÁgil não é sacanear com o gosto de um ou de outro sobre uma linguagem. Então, se emocione pela segunda vez neste post, vendo o vídeo aí embaixo.

E está bom. O que eu tinha pra dizer, está dizido. Já já eu volto com um post menos idiota. Ponto final.

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Valeu a Pena? Parte 2: Vender

Valeu a Pena? Parte 2: Vender

Vamos à parte dois da série “Valeu a Pena?”. Agora é hora de escrever sobre esta reviravolta, já que eu sempre disponibilizei meus aplicativos sob licenças livres, como GPL, Apache e LGPL. Primeiro, eu sempre achava um absurdo os valores praticados pela Microsoft. Eu não comprava aplicativos e pirateava mesmo, com todo orgulho. Com todo amor. Na maior parte do tempo eu usei Windows, Office, Photoshop e tudo mais pirata. Isto começou a mudar quando passei a usar mais Linux e me focar principalmente na programação. E, desde então, meio que peguei uma aversão a pagar por software.

Parecia estranho. Aliás, é estranho, pois um produto físico, você o vê, sente, toca. Software, não. Parece que seu dinheiro evaporou. E também eu vinha de uma conduta de baixar aplicativos indiscriminadamente sem nem saber se precisaria ou não. Eu, simplesmente, não sabia parar, ler as especificações de um programa, baixar a versão demo para testar e ver se valeria a pena gastar a grana. Eu ia direto na cópia pirata. Não importava testar o programa. Comprar? Pffff… é para os fracos. Eu tenho certeza que muitos de vocês estão se sentindo iguais a mim. :-) Mas, vocês precisam mudar, igual a como eu mudei.

E esta visão começou a mudar quando comprei o iPhone e vi tantos aplicativos por 1 dólar. Ainda assim, comecei pirateando! Mas perceba a conduta errada: eu gastei 1000 reais em um iPhone mas me negava a pagar 1 dólar por um bom aplicativo. É a velha questão de que não conseguimos ver o valor de um aplicativo. Parece que pagar por eles é ser trouxa. Muitos pensam assim.

Minha primeira experiência, vendendo um aplicativo, foi com o EncomendaZ. O preço? “Pague Quanto Quiser”. E o retorno foi muito bacana. Desde pessoas que me chamaram de maluco, pois tudo tem que ter um preço bem definido, a pessoas que acharam a ideia excelente. Os valores pagos? Foi desde 1 real a até 29,90 reais. Minha atual jornada está em disponibilizar aplicativos pagos na Android Market. Por enquanto, tenho percebido que não está valendo muito a pena. Mas talvez seja coisa momentânea. Preciso de mais tempo para analisar. Estou tentando agora o uso do AdMob para ver se propaganda vale mais a pena.

Um aprendizado: a maioria das pessoas não gosta de decidir, por conta própria, o valor de algo. Elas preferem que você diga o quanto vale e pronto. Mas toda essa experiência tem sido bem legal. E outro detalhe que sempre ouvi de Alexandre Gomes: é fácil, muito fácil, vender bits. Veja bem: imagine se fosse um guri de 14 anos que tivesse feito o EncomendaZ? Difícil? Não acho. Veja quantos guris estão ganhando muita grana na Apple Store. Quanto de aporte financeiro essa gurizada precisou? Fora a grana do pai para sustentar elas: nada. Você precisa de vontade, empolgação, entusiasmo, não desistir na primeira tentativa e por aí vai. O resto, a internet faz por você.

Enfim, meus caros, tem valido a pena vender os aplicativos. Não estou milionário. Longe disso. Mas estou ganhando uma experiência muito interessante sobre isto. Quem sabe, um dia posso usar isto a meu favor e ficar rico? Estou focado, principalmente, em explorar o que muitos programadores deixam de lado: User Experience. Ou simplesmente UX. Eu já fiz um post sobre isto, quando critiquei arduamente os programadores que fazem sistemas horrorosos. E minha experiência nisto tem comprovado que as pessoas estão cada vez mais interessadas em sistemas bons, fáceis de usar e bonitos. Pode acreditar! :)

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